Os Insetos da Horta

Escola EB 2,3 Sophia de Mello Breyner (Vila Nova de Gaia)

Desafio: "Os Insetos da Horta"

Registo Fotográfico:

Insetos Benéficos/Auxiliares:

Espécie 1:
As joaninhas são um inseto bastante benéfico para qualquer horta. Elas alimentam-se de pulgões, piolhos e ácaros, protegendo os legumes e frutas de que eles se alimentam. Para as atrair basta plantar coentros, funchos, cominhos, dente-de-leão ou cenouras.
Desde que nasce e é uma pequena larva, até à fase adulta, a Joaninha é uma feroz predadora. Existem várias espécies de joaninhas, facilmente distinguidas pela carapaça. As mais comuns, com sete ou dois pontos pretos sobre o fundo vermelho na fase adulta, têm o corpo cinzento e pintas amarelas enquanto são larvas.

Espécie 2:
As abelhas são as principais agentes polinizadoras, indispensáveis para o crescimento e reprodução das plantas. Uma forma de as atrair é plantando flores silvestres, coloridas e que florescem em diferentes épocas, assim como algumas ervas aromáticas, como o alecrim ou a menta.
Nós devemos o equilíbrio do ecossistema às abelhas. Por isso. Se cuidarmos das abelhas estamos a cuidar da Natureza. Existem mais de 25 000 espécies diferentes de abelhas conhecidas e habitam em todos os continentes exceto a Antártida. Em cada colmeia existem cerca de 80 000 abelhas e cada colónia tem cerca de 400 zangões e apenas 1 abelha rainha.

Espécie 3:
A libelinha está no topo da cadeia alimentar dos insetos da horta. Elas alimentam-se das moscas e dos mosquitos que tanto prejudicam a horta. As libelinhas gostam bastante de água, onde depositam os seus ovos e encontram o seu alimento, portanto são atraídas por lagos ou tanques.
As libelinhas têm uma distribuição mundial e o seu habitat preferido são corpos de água estagnada, como poços ou lagos, zonas pantanosas ou perto de rios e riachos. As larvas de libélula, ou ninfas, são aquáticas, carnívoras e extremamente agressivas, podendo alimentar-se não só de insetos mas também de girinos e peixes juvenis.

Insetos Prejudiciais:

Espécie 1:
Os pulgões atacam a seiva das plantas e deixam um líquido açucarado, que pode atrair fungos, bactérias e formigas. Também deixam as folhas das plantas amarelas e enroladas. Uma forma de os afastar é manter por perto joaninhas, os seus principais predadores.
Os pulgões estabelecem uma relação de simbiose muito interessante com as formigas. As formigas defendem os pulgões das joaninhas e transportam-nos para outras plantas quando aquela em que estão já não está saudável. Em troca, as formigas usam a gosma adocicada excretada pelos pulgões. São chamadas formigas-pastoras, pois usam os pulgões como “vaquinhas de ordenha”.

Espécie 2:
As moscas brancas atacam uma grande variedade de plantas, como brócolos, pepinos, beringela, entre outros. Elas causam murcha, queda de folhas e ainda a perda de frutos e, assim como os pulgões, elas deixam um líquido que atrai outras pragas. Para prevenir o seu aparecimento, é preciso ter uma rega adequada à planta e ao clima, adubar com produtos orgânicos e de liberação lenta e semear na época recomendada.
Já foram encontradas cerca de 1500 espécies diferentes de mosca branca. Os adultos medem de 1 a 1,5 mm, seu corpo é amarelado-pálido e as duas asas são brancas. Têm um aparelho bucal picotador-sugador versátil que lhes permite alimentar-se de mais de 500 espécies de plantas diferentes. Elas têm o costume de ficar no reverso das folhas pois aí a porosidade é maior.

Espécie 3:
O besouro vaquinha alimenta-se de folhas e pólen quando adulto e de raízes quando é uma ninfa, prejudicando a planta em ambas as fases. Além disso, proporcionam o aparecimento de vírus e bactérias. Para os manter afastados, pode-se utilizar inseticidas orgânicos, plantas repelentes, rotação de culturas e controlo biológico.
As vaquinhas são um besouro de cor verde com manchas amarelas e antenas visíveis, quando adultos, e finos e esbranquiçados, enquanto larvas. As suas plantas preferidas incluem batata, milho, alho, beringela, cebola, cenoura, girassol, pepino, pimentão, entre outros.

Memória descritiva:
O trabalho de pesquisa foi bastante simples. Para além da internet, utilizamos outras diversas fontes, como por exemplo, os especialistas, ou seja, os nossos avós, ou então livros sobre insetos. Para além de serem uma fonte mais confiável, os métodos utilizados para atrair e afastar os insetos eram mais amigos do ambiente e testados e a sua funcionalidade comprovada. A experiência tem sempre mais valor do que ir apenas buscar a informação à internet. Os desenhos foi a parte mais complicada, porém não foi impossível. Utilizamos uma fotografia de cada inseto como referência e depois tentamos fazer o mais realista possível. Para provar que os desenhos eram originais, decidimos colocar uma assinatura em todos. A seguir, juntamos a webgrafia:
https://blog.noocity.com/pt-pt/insetos-beneficos-para-a-horta/
https://pt.wikipedia.org/wiki/Abelha
https://pt.wikipedia.org/wiki/Lib%C3%A9lula
https://ciclovivo.com.br/mao-na-massa/horta/bichinhos-horta-organica/
https://gauchazh.clicrbs.com.br/economia/campo-e-lavoura/noticia/2017/07/quais-as-principais-pragas-na-horta-e-no-jardim-e-quais-os-produtos-alternativos-de-controle-9849658.html
http://www.agencia.cnptia.embrapa.br/gestor/cenoura/arvore/CONT000gujr76sb02wx7ha0g934vgybwopsa.html
https://www.agrolink.com.br/problemas/vaquinha-verde-amarela_254.html
https://www.planetahuerto.pt/revista/como-posso-combater-a-mosca-branca_00107
https://www.gazetadopovo.com.br/haus/paisagismo-jardinagem/dicas-manter-plantas-saudaveis-e-como-se-livrar-formigas-pulgoes-cochonilhas-lagartas/
Inês Teixeira, 8.ºA