Espiral de Ervas Aromáticas

Escola EB 2,3 Sophia de Mello Breyner (Vila Nova de Gaia)

Desafio: "Espiral de Ervas Aromáticas"

Descrição das vantagens da construção de uma espiral:
Uma espiral cria uma gama de microclimas ao longo da espiral, promovendo pequenas diferenças na temperatura, na exposição solar e no nível de humidade, que são adequados para diferentes tipos de ervas. A parte superior da espiral tende a ter boa drenagem e exposição ao sol, enquanto que as partes inferiores podem ficar mais sombreadas e húmidas.
Pedras empilhadas formam o habitat ideal para aranhas e outros animais que gostam de insetos, que se não fossem retirados da espiral poderiam causar estragos às plantas.
Manter as aromáticas dentro de um espaço elevado e contido dificulta o crescimento de ervas daninhas.

Breve descrição das plantas selecionadas e motivo do respetivo posicionamento na espiral:
Selecionamos as plantas após ter efetuado uma pesquisa sobre que plantas aromáticas podem ser inseridas numa espiral. Foi solicitado a associação de pais ajuda para adquirir as plantas para transplantar.
Plantamos alecrim no topo e centro da espiral por ser uma ervas que requer sol e boa drenagem.
Descendo na espiral, colocamos orégãos, sálvia, tomilho e coentro que prosperam em condições mais ou menos secas.
Mas perto do fundo, dispusemos a salsa, cebolinho, manjericão e em baixo a hortelã que requerem mais humidade.
Plantamos de forma a garantir espaçamento adequado e condições de crescimento para cada planta.

Materiais de construção necessários e motivo da sua escolha:
Os materiais escolhidos foram pavês em betão, pedras e composto. Estes materiais encontravam-se num canto do campo da escola como mostra uma das fotos anexas.

Breve memória descritiva de como foi efectuado o trabalho:
Escolheu-se uma zona solarenga, com boa exposição solar, existente no campo da escola que pudesse ser apreciada pelos alunos e com mais de 2 metros de diâmetro;
Utilizou-se os materiais (pavês, pedras e composto) existentes num canto do campo;
Começou-se por marcar os limites da espiral no chão com uma corda para obter o diâmetro desejado;
Amontoou-se os pavês para fazer os muros da espiral, aumentando gradualmente em altura, até atingir um ponto alto no centro. Teve-se em atenção que a espiral deve circular no sentido horário a partir do centro e que a parte mais baixa da espiral de ervas deve ser virada para o norte;
Preencheu-se o interior desses muros com pedras para melhorar o escoamento das águas;
Preencheu-se o resto do interior com composto;
Plantou-se as aromáticas de acordo com o planificado;
Regou-se muito bem;
Colocou-se uma boa cobertura de folhas secas para ajudar a manter a humidade e proteger a espiral da erosão no início;
Dispôs-se as tabuletas com os nomes das aromáticas para serem facilmente identificadas.
As tabuletas foram construídas com uma tábua de madeira de 6 cm de largura por 2,4 cm de largura, cortadas para ficaram com 17 cm de comprimento. O nome das aromáticas foi desenhado com um pirógrafo. Colocou-se, ainda, umas pernas nas tabuletas para que estas se pudessem segurar corretamente junto das plantas.