As Nossas Hortas Bio

Centro Escolar de Atouguia da Baleia (Peniche)

A Nossa Horta Bio

Horta pequena (até 50m²)

horta em janeiro

horta em março

horta em maio

saber mais sobre a nossa horta bio

desenho/croqui da horta

questionário

1. Há quanto tempo existe uma horta na escola?

Existe horta na escola há mais de 10 anos. No entanto, com o prémio do “Concurso de Ideias da Fundação Ilídio Pinho” no ano letivo 2017/2018, este projeto ganhou novo fôlego com a aquisição da estufa e foi enriquecido com outros materiais.

2. Área aproximada da horta (m²):

40m hortas +(18m estufa)

3. Quem trata da horta?

3.1. N.º de professores envolvidos:

13

3.2. Disciplinas que mais participam na dinâmica da horta:

Nas salas de aula desenvolveram–se diversas atividades que integraram as atividades letivas de encontro com o Plano Curricular do 1º Ciclo, com incidências que ultrapassam a educação ambiental e servem as aprendizagens em áreas diversas como a saúde, a ma

3.3. N.º de alunos envolvidos:

150

3.4. N.º de funcionários da Escola envolvidos:

5

4. As famílias são envolvidas?

4.1. Como e com que frequência?

Todas as crianças levaram um vaso com os diferentes tipos de couves que transplantaram para a horta como incentivo a criarem a sua hortinha em casa junto com um folheto sobre a compostagem. A empresa Plantigrou, Lda, Viveiros de Plantas hortícolas - forneceu as couves para esta atividade de sensibilização.
O folheto que as crianças levaram para casa sobre compostagem continha a informação sobre este assunto com o objetivo de dar a conhecer o processo aos pais e comunidade em geral, sensibilizar para a compostagem e informar o tipo de resíduos que deviam enviar pelas crianças.
Pretendemos dar a conhecer o processo de compostagem aos nossos alunos e comunidade em geral, como uma técnica de reciclagem dos materiais orgânicos que contribui para a sustentabilidade do nosso planeta.
Ambicionámos que a intervenção das crianças e suas famílias despertasse a curiosidade para a criação das próprias hortas biológicas, a utilização da técnica de compostagem para produção do adubo orgânico, a utilização de estufas, promovendo atitudes de mudança, estimulando a preservação desta atividade económica por parte de toda a comunidade.
Em casa, as famílias participaram com as crianças em diversas pesquisas (recolha de receitas, benefícios de alguns alimentos…), muitas das plantas aromáticas do canteiro das aromáticas foram oferecidas pelas famílias.
Venderam-se os produtos aos pais e avós e com o dinheiro comprámos os regadores para a rega na estufa e nas hortinhas.

5. Apresentar exemplos do impacto da horta na comunidade e nos alunos:

Educar para o ambiente -O trabalho na horta seguiu os modelos da agricultura biológica. Através do contacto direto com a natureza, as crianças são despertadas para a sua proteção, a sustentabilidade, a biodiversidade, a reciclagem e a poupança dos recursos naturais e ainda a criação de hábitos de vida e alimentação saudáveis.
Formação de cidadãos ativos e responsáveis - Desenvolvimento da formação pessoal e social, do espírito de equipa, da motivação, da responsabilidade, do amadurecimento pessoal, da criatividade e da gestão das suas emoções
Incentivo a uma nova relação com o meio ambiente, sensibilizando para práticas ambientais e de sustentabilidade. Aplicação de conceitos e técnicas inovadoras em termos agrícolas e de uso da energia e dos recursos naturais. Promoção de competências criativas e inovadoras. Desenvolvimento do sentimento de partilha e de colaboração. Fomentação do sentido de organização no espaço e no tempo. Estimulação do desenvolvimento da inteligência emocional. Promoção de atitudes de prevenção e segurança. Melhoria dos hábitos alimentares das crianças e suas famílias. Estimulação para uma atitude empreendedora.
Aumento da curiosidade pelas hortas biológicas, pela compostagem e pelo uso da estufa, de forma a promover atitudes de mudança nos parceiros e comunidade em geral. Valorização da agricultura como principal atividade económica da região. Valorização da agricultura como a principal atividade responsável pela produção do alimento mundial.
Desenvolvimento de conhecimentos nas diversas áreas do saber, o Estudo do Meio, Matemática, Português, Expressões Artísticas, Saúde e Nutrição.
Envolvimento geral da comunidade no projeto dando a conhecer melhor a dinâmica de escola.
As nossas crianças e famílias estão muito motivadas quanto ao trabalho da horta, talvez por isso tantas aderiram ao desafio laçado pelo Eco Escolas #hortaBioemCasa na modalidade de Ensino à Distância E@D! Segue o link de uma dessas participações:
https://www.facebook.com/groups/profsecoescolas/permalink/2922853757750224/


6. Como é organizada a manutenção da horta e a repartição de tarefas?

No início do ano, a atividade iniciou-se com a atribuição de um nome à horta de cada turma.
Esta atividade, além de permitir a aplicação de vários conteúdos curriculares, promove o sentido de pertença e o pensamento criativo assim como o sentido lúdico com o desenvolvimento das expressões plásticas.
Para desenvolver esta actividade foi organizada uma votação em que cada aluno indicou um nome para a horta da turma. Os nomes indicados pelas crianças foram escritos no quadro.
Foi feita a votação e as três propostas mais votadas foram discutidas com as crianças.
As crianças argumentaram e discutiram entre elas com o professor a mediar. Depois foi feita a votação final. Foi escrito o nome da horta mais votado numa tabuleta de madeira fornecida pelo professor, pintaram cada letra e decoraram ao seu gosto com pincéis e tintas de guache.
Cada turma tem a sua horta e é responsável por ela, os alunos são orientados por cada professor titular e pelo professor de Laboratório de Aprendizagem (AECs) da turma. O trabalho na estufa, é feito por rotatividade, uma vez por semana para cada turma.
Em cada sala, explorou-se a história “Heróis da Horta” com o objetivo de sensibilizar as crianças para a importância dos cuidados constantes a ter com a horta, desde a rega, a sacha das ervas, o mulching, a fertilização com a borra de café e com o adubos orgânicos resultantes da compostagem até à colheita dos produtos e respetiva venda.
Reforçar a importância da agricultura para a nossa economia e debater ideias sobre e onde aplicar o dinheiro resultante da venda dos produtos.
Ficou combinado entre todos, investir o dinheiro na compra dos regadores para regar a horta!

7. Como é feita a preparação do solo?

Depois de escolhido o talhão da turma, com discussão entre os alunos e com a orientação do professor, foi estacada a tabuleta da turma com o respetivo nome, para intensificar o sentido de pertença.
Junto da horta, e já com os utensílios ao pé, as crianças ouviram atentamente as instruções recebidas pelo professor antes de executar qualquer operação, para garantir os cuidados a ter na utilização dos utensílios, no sentido de evitar acidentes.
Fizeram a identificação dos diferentes utensílios da horta (enxadas, ancinhos, pás, baldes e regadores), as regras de arrumação em cada caixa, regras de arrumação na arrecadação, regras de manuseamento para garantir a segurança de todos e as funções de cada utensílio na horta.
Prepararam a horta para depois semear.
As crianças cavaram o seu talhão na horta com as enxadas, destorroaram, limparam de ervas pedras e lixos e alisaram o terreno do seu talhão preparando-o assim para cultivar.
Adubaram com o adubo orgânico com o auxílio das pás e por fim gradaram a terra com os ancinhos.
Ouviram os procedimentos de limpeza depois do trabalho na horta.
Procedemos ao mulching com a relva disponibilizada pela junta de Freguesia de Atouguia da Baleia; Mulch também designado por Mulching, é uma técnica usada na agricultura biológica e na jardinagem que consiste na aplicação de materiais orgânicos ou inorgânicos no solo. Muitas coberturas para o solo executam várias funções básicas como reduzir as perdas de água no solo, suprimir as ervas daninhas e proteger contra temperaturas extremas.
Na nossa horta utilizamos um material orgânico, a relva cortada dos jardins da freguesia, que a junta de freguesia nos disponibiliza.
Com a utilização deste material orgânico, para além de contribuirmos para a redução dos resíduos que são encaminhados para os aterros sanitários, adubamos o solo da nossa horta contribuindo assim para a nossa saúde e para a sustentabilidade do nosso planeta.
A prática consiste na deposição de uma camada com cerca de 5 cm de matéria orgânica seca na superfície do solo, a qual também serve de protecção face ao sol.
Assim no caso da horta procede-se a uma cobertura de relva seca em redor das plantas formando um anel e cobrindo também os regos para evitar o crescimento das ervas daninhas, a secura do solo e as temperaturas extremas do solo.
Nas sementeiras, as crianças levam os utensílios para a horta e as sementes nos copos dentro das caixas; distribuiu-se o trabalho por todas as crianças.
Cada grupo executa cada sementeira, um grupo de cada vez para que nunca se pise as sementeiras dos colegas, dentro do talhão, seguindo o sentido do muro para o campo.
Explicou-se às crianças que cada sementeira tem que obedecer a determinados espaçamentos conforme alguns critérios para evitar a competição das sementes por nutrientes e luz, conforme com o tamanho da planta adulta, as plantas mais robustas, o controle de pragas ou doenças, ou os cuidados culturais mais facilitados.
Assim segue-se a ordem da sementeira formando 7 linhas com 10 cm entre cada linha : Favas- 30 cm entre cada semente, Ervilhas- 5 cm, Brócolos- 5 cm (para depois fazer a monda), Couve coração – 5cm (para mondar),Cebola- 5 cm, Alface – 3 cm (para monda),Rúcula – 2 cm.

8. É feita compostagem?

8.1. Se sim, como e com que materiais?

Os alunos participaram em todo o processo ativamente: trouxeram todos os resíduos orgânicos de suas casas, cortaram os resíduos, colocaram alternadamente formando a pilha no compostor, humidificaram e misturaram tudo.
Usamos um compostor na nossa horta escolar e colocamos todos os materiais adequados à compostagem devidamente fragmentados em pedaços pequenos, alternando em camadas finas, os resíduos castanhos com os resíduos verdes.
Regamos para garantir o teor de humidade desejável. Revolvemos tudo com a ajuda de um ancinho para garantir que fique bem misturado e bem arejado. Cobrimos com alguns ramos e folhas secas para evitar que seque. Revolvemos todas as semanas para arejar, regamos para manter a humidade e deixamos a Natureza seguir o seu curso.
De modo geral, todos os materiais naturais provenientes de casa (a nossa escola só teve refeitório a partir de março deste ano, com a mudança de instalações), do jardim foram colocados no compostor.
Os resíduos compostados são, normalmente, classificados em "Verdes" e "Castanhos" conforme o teor de humidade e a proporção de nutrientes.
Para que a compostagem decorresse da melhor forma, tentámos ter a maior diversidade de resíduos possível numa proporção igual de Castanhos e Verdes:
Verdes - ricos em azoto, geralmente húmidos
• Folhas verdes
• Restos de vegetais e frutas
• Borras de café, incluindo os filtros
• Cascas de ovos (esmagadas)
• Flores
• Folhas e saquetas de chá
• Aparas de relva frescas
• Restos de relva verde
Castanhos - ricos em carbono, geralmente secos
• Folhas secas
• Resto de relva cortada seca
• Palha ou feno
• Resíduos de cortes e podas
• Aparas de madeira e serradura
• Agulhas de pinheiros
• Casca de batata


9. Quais as culturas / consociações instaladas?

Plantações na estufa: Montamos a estufa no recinto da escola, um local solarengo e abrigado com a imprescindível ajuda dos trabalhadores da Junta de Freguesia de Atouguia da Baleia nossa parceira. Depois de montada cobrimos o chão da estufa com alcatifa para tornar mais confortável e colorida. Transplantamos diferentes tipos de plantas (Plantas de curgetes, beringelas, tomateiros, pimenteiros, morangueiros, pepineiros, salsa, alfaces…) que foram fornecidas pela empresa A. Machado & Oliveira, Lda. As crianças também trouxeram de casa algumas plantas: curgete, hortelã, salsa, piripiri…Usamos os vasos oferecidos pela Empresa de viveiros Plantigrou e a turfa oferecida pela CooPeniche.
Sementeiras: Esta atividade pretende que os alunos executem as sementeiras das diferentes espécies de sementes (favas, ervilhas, brócolo, couve coração, cebola, alface e rúcula) que conheceram anteriormente e que adquiram as respetivas técnicas. Pretende também desenvolver o espírito de equipa, capacidade de decisão e de entreajuda.
Algumas sementeiras diretas não tiveram sucesso, como por exemplo a cebola! Discutimos as várias hipóteses para o problema, como por exemplo a qualidade das sementes, a qualidade do solo, as condições de humidade e temperatura.
Colheram favas, ervilhas, brócolos, alfaces e couves.
Colheram poucas ervilhas porque os caracóis comeram a maior parte das ervilheiras.
As favas foram a colheita de maior sucesso porque as plantas desenvolveram muito bem sem sofrer estragos.
Conseguimos colher alguns brócolos que apesar de não serem em quantidade eram deliciosos!
Venderam-se os produtos aos pais e avós e com o dinheiro compramos os regadores para a rega na estufa.
Transplante: Visitámos as estufas da emprega Plantigrou que se localiza na freguesia com o objetivo de dar a conhecer várias espécies de couves (couve portuguesa, couve roxa, couve-flor, couve coração, couve lombardo, alho francês) da nossa região (Oeste) que são semeadas e desenvolvidas nos viveiros da região “Plantigrou”. As crianças transplantaram os diferentes tipos de couves para as suas hortas de forma a ter maior variedade de plantas e para reconhecerem as diferenças e as vantagens do desenvolvimento das plantas em estufa.
Cantinho das aromáticas: Criação de um cantinho de plantas aromáticas. Este espaço é comum a todas as turmas. Identificação de todas as plantas com uma legenda identificativa (erva príncipe funcho, alfazema, alecrim, orégãos, salsa, hortelã, tomilho, coentros, manjericão, cebolinho, louro).


11. É feita recolha da água da chuva?

11.1. Como é feita a gestão da rega?

Sempre que possível, foi recolhida e usada a água da chuva na rega da horta.
A colocação da relva cortada na freguesia e fornecida pela Junta de Freguesia ajudou a conservar a humidade do solo das hortas (Mulching).
Outras vezes, foi mesmo necessário o uso de água corrente.

12. Monitorização de pragas e doenças:

12.1. É feita monitorização de pragas e doenças? Como e com que frequência?

Sim, semanalmente.

12.2. Houve ataques de pragas e/ou doenças?

12.3. Se sim, quais e como foram combatidas?

As crianças encontraram caracóis nas hortas, as couves roídas e principalmente as ervilheiras. Assim fomos para o laboratório de ciências conhecer os caracóis. Escolhemos as caracoletas para o terrário por serem maiores e assim mais fácil de observar, identificando as suas principais partes constituintes e recolher informação sobre as suas características e modo de vida. Com as caracoletas que as crianças recolheram na horta de aula, construímos o terrário da turma, usamos caixas de plástico transparente, retangulares com uma tampa esburacada para que as caracoletas não saiam e assim puderam acompanhar a sua vida na sala. Humidificamos todo o espaço (a terra, o alimento, as folhas, as pedras e o papel) com um borrifador de água. Cada turma faz a manutenção do terrário na sua sala de aula para acompanhar a vida dos caracóis.
A utilização de borras de café em todas as hortas evitou a propagação dos caracóis.

13. Existem animais de criação ligados à horta?

13.1. Se sim, que espécies?

14. Assinale outras atividades que se realizam em torno da horta:

Feira na escola
Feira na comunidade
Confecção de sopas e outros pratos
Concursos
Aulas na horta
Outra

Outra, qual?

14.1. Das que assinalou, descreva até três que considera mais significativas, referindo para cada uma o número de vezes que se realizou durante o ano, número de pessoas envolvidas, tipo de participação dos alunos, impacto na comunidade e outros aspetos relevantes:

Atividade 1:

Descrição:

A feira realizada em junho no pátio da escola, o “Nosso Mercadinho” é um acontecimento anual com forte adesão de empresas locais, um projeto diferente e estimulante para todos os envolvidos, quer para quem o visita e quer para quem nele faz as suas compras. É notório o empenho e entusiasmo de todos nesta atividade, onde os alunos assumem o papel de vendedores. São eles que realizam as trocas comerciais, adquirindo maior sentido de responsabilidade, postura e compromisso perante pessoas e bens. Dão-se conta da realidade do mundo dos mais crescidos, onde as coisas têm um valor e o preço que têm. Por esta via, estimula-se o desenvolvimento do cálculo mental, a escrita, a linguagem e a sociabilidade. No “Mercadinho” estavam disponíveis: produtos hortícolas, alguns deles produzidos pelos alunos na estufa da escola e na horta da escola, outros oferecidos por familiares e empresas locais, trabalhos elaborados pelos alunos, artesanato feito pelos pais, avós e outros familiares…
Uma das tradições é a sementeira de manjericos, que depois são transplantados para vasos e vendidos com quadras inéditas dos Santos Populares, criadas nas aulas de Português pelos alunos.

Fotografias:

Atividade 2:

Descrição:

As crianças foram convidadas a levar para o laboratório todos os bicharocos que encontrassem nas suas hortas. As crianças observaram os diferentes bicharocos e partes de plantas e fizeram os registos com desenhos nos seus caderninhos de naturalistas. O objetivo da atividade foi lançar o conceito de Biodiversidade.
Observaram alguns bicharocos à lupa binocular.
A vida das borboletas não é um processo contínuo como o nosso desenvolvimento. É uma transformação completa, de forma em forma distinta, que se chama metamorfose.
Na nossa horta com couves podemos conhecer a vida da borboleta-das-couves, observar os ovos da borboleta, as lagartinhas nas couves, as crisálidas ou até as borboletas a voar.

Fotografias:

Atividade 3:

Descrição:

Como na escola não temos refeitório nem cozinha, apenas fizemos e frequentemente chás que partilhamos com as nossas crianças e convidados que nos foram visitando por diversos motivos.
Com as abóboras, também fizemos doce que as crianças acompanharam com pão amassado por elas e cozido posteriormente numa padaria local.
Com as famílias, foram feitas pesquisas de receitas com favas, visto ter sido um sucesso a produção desta leguminosa.

Fotografias:

15. Outros aspetos de realce da horta:

Incentivo a uma nova relação com o meio ambiente, sensibilizando para práticas ambientais e de sustentabilidade. Aplicação de conceitos e técnicas inovadoras em termos agrícolas e de uso da energia e dos recursos naturais. Promoção de competências criativas e inovadoras. Desenvolvimento do sentimento de partilha e de colaboração. Fomentação do sentido de organização no espaço e no tempo. Estimulação do desenvolvimento da inteligência emocional. Promoção de atitudes de prevenção e segurança. Melhoria dos hábitos alimentares das crianças e suas famílias. Estimulação para uma atitude empreendedora.
Aumento da curiosidade pelas hortas biológicas, pela compostagem e pelo uso da estufa, de forma a promover atitudes de mudança nos parceiros e comunidade em geral. Valorização da agricultura como principal atividade económica da região. Valorização da agricultura como a principal atividade responsável pela produção do alimento mundial. Contribuir para a produção de alimentos saudáveis, desde a semente até ao prato.
A “Horta” é um espaço de oportunidade de contacto com novas situações de descoberta e exploração do mundo, revelando-se a sensibilização às ciências uma forma de fomentar na criança o desejo de saber mais, interrogar-se, problematizar, colocar hipóteses e procurar soluções, tarefas constituintes da base do modelo científico. O contexto da horta é facilitador do desenvolvimento da literacia científica que propicia a cidadania e a formação de cidadãos mais conscientes para a preservação do ambiente.



15.1. Link para a página da horta:

https://www.facebook.com/groups/profsecoescolas/permalink/2983396781695921/https://www.facebook.com/groups/profsecoescolas/permalink/2983384341697165/http:/cm-peniche.pt/Premios-Fundacao-Ilidio-Pinho-Ciencia-na-Escola-em-parceria-com-o-Ministerio-da-Educa